A vida como ela NÃO é

O dramaturgo Nelson Rodrigues escreveu “A Vida Como Ela é” com tintas fortes e realistas em excesso. Nem sempre a vida é como ele a descreveu, e temos como mudá-la, se formos fortes o bastante.

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  • Não devemos nos enganar pensando que a vida será sempre um "mar de rosas", principalmente nos referindo às jovens que são criadas por pais excessivamente protetores, e que evitam que suas filhas vejam o que existe de "terrível" no mundo.

  • A vida não é uma colônia de férias, como querem os otimistas; nem um inferno, como dizem os pessimistas.

  • A vida que é mostrada nas novelas da televisão e nos programas policiais não é a vida real. Em ambos os casos, tanto o glamour das novelas ou a violência generalizada mostrada em tais programas policiais, são meio enganosos. A verdade, como a virtude, normalmente está num meio-termo.

  • Em boa parte, a vida é um reflexo do que acreditamos continuamente que ela seja, boa ou má, feliz ou triste, bonita ou feia - ou até uma mistura de tudo isso.

  • Leia: Como simplificar a vida

  • A fé muda o ponto de vista

  • Existe um tipo de fé, não necessariamente a "fé religiosa", mas sim a fé no que é bom e no bem das pessoas, que nos ajuda a sermos positivos e bem-sucedidos, apesar de se saber que também existe o mal, nas coisas e nas pessoas.

  • Mas a maioria das pessoas ainda é basicamente boa, felizmente. A minoria, porém, sempre é mais barulhenta, portanto, não se engane.

  • Sempre foi e sempre será uma questão de escolha pessoal a maneira como vemos o mundo e tudo o que nos cerca. Vemos o que queremos ver.

  • Podemos escolher nossos sentimentos?

  • Mesmo que muitos não acreditem nisso, a resposta é "sim", podemos escolher nossos sentimentos (na maioria das ocasiões, pelo menos).

  • O livre-arbítrio que temos pode ser usado para escolhermos ver e fazermos coisas boas e positivas, em vez de andarmos com pessoas duvidosas, más e interesseiras, e que só querem o nosso mal, ou querem nos puxar para a vida miserável que elas têm!

  • Frequentarmos lugares e ouvirmos músicas edificantes também ajuda, em vez de ouvirmos e vermos só baixarias.

  • Diz uma história que existia uma mulher que só falava bem de qualquer pessoa que alguém fosse criticar na frente dela. Ninguém conseguia fazê-la criticar alguém, por pior que fosse tal pessoa.

  • Certa vez, resolveram pegá-la com uma pergunta difícil: "O que a senhora acha do diabo?"

  • Ela não titubeou e respondeu: "Ele é muito trabalhador ou tem muitos ajudantes, porque realiza uma grande obra! É um grande líder!".

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  • Leia: Liberdade para viver

  • Reclamar não ajuda

  • É difícil viver sem reclamar das coisas, mas isso não ajuda, além de fazer mal para a nossa própria saúde.

  • Se precisamos desabafar, podemos fazer isso escrevendo um diário (que os terapeutas dizem ser muito bom até para nos conhecermos melhor).

  • Eu escrevo diários desde os 21 anos de idade e isso tem sido uma grande bênção para mim, me ajudando até no que escrevo agora!

  • Exercícios físicos, assistir a um bom filme, ler um bom livro também são boas dicas para relaxar, assim como uma boa caminhada.

  • Temos uma mania terrível e que precisamos corrigir: não devemos descarregar nossa raiva nos inocentes. E muitas vezes, quem paga o pato de nossas frustrações são nossos cônjuges, nossos filhos e outros parentes e amigos.

  • Agindo assim, podemos provocar problemas maiores ainda do que os que já tínhamos antes. Muitas vezes, o silêncio é melhor do que as palavras, mesmo que tenhamos de morder a língua para não falar.

  • Leia: Pare de reclamar: Aprendendo a reconhecer o valor das pequenas coisas

  • Conta-se que um homem tocava com a mão nos galhos de uma árvore que ficava perto de sua casa, toda vez que chegava do serviço. E ao ir para o serviço, no dia seguinte, tocava nos galhos daquela mesma árvore.

  • Curioso, seu vizinho, que observava isso acontecer todo dia, perguntou para ele por que ele fazia isso.

  • A resposta pode ser útil para todos nós:

  • "É o seguinte", explicou o homem. "Quando eu chego do trabalho, minha mente está fervendo de problemas do escritório. Quando eu toco na árvore eu deixo nos seus galhos todos os problemas do serviço e me concentro em ser apenas um marido e um pai. No dia seguinte, eu bato a mão nos galhos daquela árvore e pego de volta meus problemas do trabalho, que normalmente estão bem menores do que quando eu os deixei na árvore".

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Casado, pai de três filhos e avô de quatro netos, estudei oratória e didática. Gosto muito de escrever. Profissionalmente, sou músico e tenho um Sebo Virtual, onde vivo com minha esposa e cercado de livros!

Website: http://blog.higinocultural.com

A vida como ela NÃO é

O dramaturgo Nelson Rodrigues escreveu “A Vida Como Ela é” com tintas fortes e realistas em excesso. Nem sempre a vida é como ele a descreveu, e temos como mudá-la, se formos fortes o bastante.
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