5 medos que a sua mãe tinha sobre ser mãe, mas não lhe contou

A identificação dos medos que nossas mães tinham com o que nós mesmas temos ajuda a entender o universo da maternidade.

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  • Todas as pessoas enfrentam medos ao longo da vida. Um novo emprego, estudos, casamento, conhecer uma nova pessoa, gerar filhos, tudo que tira o ser humano de sua área de conforto causa receio e insegurança. Alguns destes medos são tão preocupantes que as pessoas preferem enfrentar sozinhas, sem compartilhar ou pedir ajuda.

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  • Mães possuem muitos receios quanto à gravidez, parto e maternidade. E isso não foi diferente com sua mãe. Hoje há debates abertos sobre esses assuntos e a experiência de outras mães ajuda as que ainda não passaram pela experiência. Mas mesmo com tanta informação divulgada, ainda há medos que elas não dividem e enfrentam sozinhas, talvez por vergonha, ou porque não se sentem à vontade para compartilhar algo tão íntimo.

  • Estes cinco medos que nossas mães tinham no passado e não contaram existem ainda hoje:

  • 1. Medo de não amar o filho

  • Um dos maiores e mais comuns medos que nossas mães tiveram. Isso é algo natural, afinal mães também são seres humanos e podem ou não gostar das pessoas com quem se relacionam. Este sentimento aflige a maior parte das mães, mesmo que o filho tenha sido planejado, tenha um lar estruturado, pai e mãe para o receber. A pressão externa é grande e ela nem comenta esse receio com ninguém, mantendo suas lutas internamente. É claro que nenhuma mãe conta isso para seu filho com medo de magoar ou ser interpretada como uma mãe ruim. A boa notícia é que a natureza divina que a mulher tem em seu íntimo ajudará a amar este bebê muito mais do que ela poderia imaginar, e mesmo que este filho não tenha sido planejado ou não seja tão desejado assim, o amor vem, de dentro do coração direto para o pequeno.

  • Leia: A maternidade é divina

  • 2. Medo de não conseguir

  • Outro receio que nossas mães tinham e não contaram a ninguém é o de não conseguir conciliar maternidade, casamento, trabalho, lar e outras tarefas incumbidas a ela. Novamente a pressão social para que ela dê conta de tudo e ainda seja uma mãe exemplar fazem com que ela guarde este receio para si. E ela não assumirá que está cansada ou que acha que não fará uma das suas obrigações a contento porque é forte e se sente responsável pela decisão da maternidade. Por fim, algo mágico acontece e ela consegue resolver tudo, nem sempre como gostaria que fosse, por ser perfeccionista, mas ao olhar para você perceberá que seu trabalho e dedicação resultaram em filhos maravilhosos e sucesso em seu lar e família.

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  • 3. Medo de perder a criança

  • Ao sair com os filhos, mães têm muito medo de acabarem se distraindo e perderem as crianças de vista. Este medo fica maior ainda nas famílias grandes, afinal seres humanos só têm dois olhos que miram na mesma direção. Quando podem deixar os filhos em casa e sair o medo não as abandona, pois elas pensam que algo ruim pode acontecer a eles enquanto estiver longe. Parece um instinto primitivo de proteção aos filhos contra os dinossauros da vida. Ainda bem que há mais olhos em volta e pessoas dispostas a ajudar a encontrar aquele filho que adora se esconder entre as roupas em exposição na gôndola de uma loja.

  • 4. Medo de sufocar o bebê

  • Seja dormindo ao lado dele, amamentando, alimentando-o ou deixando-o no berço, nossas mães possuíam este medo e preferem deixar em segredo para evitar deboches alheios. Histórias e notícias, filmes sobre bebês que simplesmente param de respirar, além do medo natural da morte não ajudam a aliviar este receio. Alguns cuidados podem ser tomados a fim de evitar acidentes.

  • 5. Medo de morrer

  • Este medo é ligado ao instinto materno de proteger e nutrir a criança. Nossas mães guardaram para si os pensamentos de como iríamos ficar se ela morresse, quem nos cuidaria, se nos trataria com o mesmo carinho e amor que ela faria. São pensamentos tristes e frequentes, especialmente quando as mães saem de perto do filho para trabalhar, viajar ou qualquer outro assunto. Sua sobrevivência se torna tão importante quanto a da criança e vira sua prioridade.

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  • A identificação dos medos que nossas mães tinham com o que nós mesmas temos ajuda a entender este universo da maternidade e a ter a certeza de que uma mãe sempre será vencedora em seu papel, mesmo que julgue não estar indo tão bem quanto deveria.

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Michele Coronetti é secretária, mãe de seis lindos filhos, gosta de cultura e pesquisas genealógicas.

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