Estas 5 razões não justificam o divórcio (apesar de você pensar que sim)

Você pode até tentar se enganar, dizendo que são "razões justas" para você pedir o divórcio. Mas lá no fundo você sabe que não são! E terá de responder por isso!

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  • Abaixo estão algumas justificativas bastante usadas quando um cônjuge ou ambos decidem terminar um casamento. Embora pensem que sejam razões suficientes, elas simplesmente não são. Eles estão apenas quebrando as sagradas promessas que fizeram no altar.

  • 1. Incompatibilidade

  • Uma justificativa bastante comum para o divórcio é a incompatibilidade. De repente, um dos cônjuges (ou ambos) descobre que não tem nada a ver com seu marido ou mulher, seus gostos, preferências e ideias são muito divergentes, e seus gênios não batem.

  • A questão é que incompatibilidades como essas são facilmente identificáveis durante o namoro. É durante esse período que o casal precisa abrir bem os olhos, analisar bem aquele com quem pretende formar uma família. Depois do casamento e da chegada dos filhos, não há mais espaço para "eu estava enganado(a) a nosso respeito". Não! Não se pode "brincar de casinha" dessa maneira, não se pode brincar com os sentimentos de pessoas inocentes, ainda mais de crianças.

  • Entretanto, se o que o cônjuge descobriu depois do casamento foi uma pessoa totalmente diferente daquela com quem se casou (infelizmente, isso não é raro de acontecer), uma pessoa agressiva e mau caráter, ele está no seu direito de sair do casamento, porque foi enganado e está sendo vítima de violência.

  • 2. Falta de dinheiro ou desemprego

  • Ninguém, nem mesmo aqueles que têm uma carreira de sucesso, está livre de vir a ter problemas financeiros, ficar desempregado ou falir. Segundo pesquisa divulgada em uma revista de economia, esse é o quarto motivo de pelo qual homens e mulheres pedem o divórcio. Uma esposa não pode achar que está no direito de sair do casamento porque seu marido não pode mais bancar a vida boa que ela levava. E o homem não pode simplesmente se livrar de sua mulher como se fosse um fardo difícil de sustentar. Que amor é esse?

  • Problemas financeiros podem bater à porta das melhores famílias e o casal precisa, mais do que nunca, se unir e pensar em algo para sair dessa situação. Não é hora para acusações. Quem foge da situação, deixando o casamento para trás, está apenas demonstrando covardia e insensibilidade.

  • No entanto, se o marido - que deveria ser o provedor principal da família - simplesmente NÃO QUER trabalhar, não para em emprego algum porque não gosta de ser mandado ou não gosta de compromisso; está sendo negligente para com aqueles que estão sob sua responsabilidade. E sua mulher não tem obrigação de sustentá-lo. Não há lei no céu ou na terra que a obrigue a isso.

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  • 3. Doença

  • Recentemente, vi uma notícia muito triste de um homem que abandonou sua esposa grávida e com câncer logo após ela retirar a mama afetada. Infelizmente, isso não é tão incomum quanto se pensa. É uma grande covardia um marido ou mulher virar as costas ao cônjuge num momento de tamanha fragilidade.

  • Independente se a doença for física, mental ou emocional; se o tratamento durará meses ou a vida inteira; é esperado de um bom marido ou mulher dignidade e honradez para apoiar e lutar por aquele a quem fez tantas promessas. Aliás, nessas horas muitos se esquecem das promessas que fizeram (na alegria e na tristeza, na saúde e na doença), pois estão mais preocupados consigo mesmos.

  • 4. Fraquezas e imperfeições

  • Somos todos imperfeitos. Às vezes, o cônjuge diz algo sem pensar, fica estressado quando algo difícil acontece, ou fica de cara amarrada (Quem nunca?). São coisas que podem ser corrigidas com o tempo, e a melhor coisa que o cônjuge pode fazer é ajudar seu marido ou mulher a vencer suas fraquezas, em vez de fugir do problema.

  • Porém, marido ou mulher nenhum tem obrigação de aturar um cônjuge abusivo, que pratique qualquer tipo de violência prevista na Lei Maria da Penha. Também não tem obrigação de aceitar ao seu lado alguém que não consiga resistir à tentação de trair, difamar, roubar ou cometer outros crimes.

  • 5. Deixar de amar

  • "Casei-me com uma mulher linda e magra. Agora ela está gorda e desleixada com a aparência! Não a amo mais!"

  • "Meu marido perdeu a graça. Não é mais atraente nem divertido como antes. O amor que sentia por ele se foi!"

  • Estes são dois exemplos de como as pessoas podem ter sentimentos volúveis!

  • Quando um homem e uma mulher se casam, é esperado que estejam dispostos a lutar juntos, apoiarem-se mutuamente em todos os âmbitos da vida. Se o marido percebe que a mulher está engordando rapidamente, por que, então, não a convida para fazer caminhadas? Por que não para de trazer Xis para o jantar? Por que não a encoraja a fazer academia? Se a sua barriga flácida (depois dos filhos que teve) o incomoda tanto, por que ele não faz uma economia e paga uma cirurgia para ela? Isso é muito, muitíssimo mais eficaz e barato do que simplesmente pedir o divórcio. O mesmo se aplica à mulher, deixar de amar o marido por que engordou ou por outros motivos levianos não é justificativa suficiente para o divórcio.

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  • Mas, geralmente, o maior motivo para "deixar de amar" o cônjuge é o envolvimento emocional ou físico com outra pessoa. Mas, é claro, poucos têm a coragem de admitir, preferem se enganar e enganar os outros com aquelas velhas falácias.

  • Obviamente, quando uma pessoa é vítima de um cônjuge perverso, cruel e negligente, o amor vai definhando e acaba morrendo. Muitas vezes, não há nada a fazer, a não se sair dessa vida miserável.

  • Entretanto, a qualquer sinal de que o amor esteja enfraquecendo, o melhor a fazer é empenhar todos os esforços para fortalecer ou resgatar o amor, em vez de, covardemente, virar as costas e ir embora.

  • Para proteger seu casamento contra divórcio

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Erika Strassburger mora no Rio Grande do Sul, tem bacharelado em Administração de Empresas, escreve e traduz artigos para o site Família, é cristã SUD, pintora amadora de telas a óleo e mãe de três lindos guris, o mais velho com Síndrome de Down.

Website: http://erikastrassburger.blogspot.com.br/

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