A ciência revela o que acontece com seu filho quando você grita (e isso vai mudar a forma como você cria seus filhos)

Aqui está o seu manual sobre gritar: QUANDO é ruim, POR QUE é ruim e O QUE está causando à mente de seu filho.

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  • Vamos falar sobre gritar. Talvez você grite com seus filhos o tempo todo, talvez aconteça esporadicamente (mas intensamente) ou talvez quase nunca aconteça. Se você não grita com seus filhos, parabéns! Se grita, você é humano(a). Mesmo assim, vamos dar uma olhada no que essa gritaria toda está realmente causando a seu filho e como você pode cortar esse hábito da vida de sua família:

  • Em primeiro lugar, gritar nem sempre é ruim

  • Sim, você leu corretamente. Gritar às vezes é útil e até mesmo necessário. Pelo menos, é o que a coach familiar Maria Catila diz: "Gritar é como um alarme de incêndio humano. Use com cautela e apenas como sinal de perigo".

  • Gritar é uma forma eficaz de alertar seus filhos sobre situações potencialmente perigosas. Portanto, gritar deve ser somente um método de alerta, não parte da punição ou a maneira de lidar com os contratempos do dia a dia.

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  • Aqui estão os efeitos do grito sobre seu filho

  • Se você está tentando fazer com que ele pare de apresentar determinado comportamento ou se acalme, gritar continuamente não é a maneira de fazer isso acontecer. Se você reage calmamente, isso fomenta em seu filho tranquilidade e amor.

  • O oposto também é verdadeiro. Os gritos induzem o cérebro da criança a entrar em modo de luta, modo de fuga ou modo de congelamento. Os gritos podem fazer com que seu filho reaja com agressividade (ele pode bater em você). Também pode fazer com que ele saia correndo ou apenas olhe para você com medo. A longo prazo, estudos mostraram que gritar "torna as crianças mais agressivas física e verbalmente".

  • Gritar ensina a seus filhos que você não está falando sério até começar a gritar

  • Muitas vezes, gritamos com as crianças na esperança de que elas aprendam a cooperar sem gritos na próxima vez. Mas, o que ensina, na verdade, é que você não está falando sério até começar a gritar.

  • Este artigo dá algumas sugestões fantásticas para ajudá-lo(a) a evitar os gritos e aumentar a cooperação entre você e seu filho.

  • My youngest daughter #shelikestopose #ilovemykids

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  • Gritar não é uma forma eficaz de comunicação

  • Às vezes, gritamos tendo em mente a ideia errônea de que, se estamos falando alto (ou gritando), será mais fácil para nosso filho lembrar-se do que estamos dizendo. Esse não é realmente o caso.

  • Essa ideia pode até fazer o maior sentido para você, mas se disser algo aos gritos, o que você diz não vai ser absorvido tão efetivamente quanto se usasse métodos mais calmos (a menos que envolva perigo).

  • "O grito não transmite a mensagem [desejada] às crianças, pequenas ou maiores, porque elas estão tão ocupadas defendendo-se de um perigo percebido ou real, que deixam passar totalmente o ponto principal", ressalta o psicólogo clínico Dr. Deema Sihweil.

  • Gritar destrói a confiança

  • Isso faz sentido. Explorar o medo para conseguir o que quer irá sempre desgastar a confiança que seu filho deposita em você.

  • Em vez de gritar, a Dra. Laura Markham sugere lidar com a situação de forma diferente. Aborde o problema com bom humor ou dê a seu filho instruções tranquilas de como juntar os brinquedos e ir para a cama na hora certa. Reaja a uma situação com empatia, isto é, tente ver as coisas do ponto de vista do seu filho, em vez de reagir à bagunça ou ao problema (foque no quanto seu filho se diverte antes de ir para a cama, e não na pilha enorme de Legos).

  • Você, provavelmente, não vai atingir a perfeição, mas tente manter a calma

  • Não é fácil manter a calma quando são três horas da manhã e seus filhos estão com a corda toda. Você ficará nervoso(a) quando seu pequeno tirar tudo de dentro da sua bolsa (ou pasta) pela décima quinta vez. Mas, manter a calma irá compensar - você criará filhos que confiam em vez de terem medo; e que amam em vez de baterem.

  • Se seus pais tinham o costume de gritar com você com frequência, quando você era mais novo(a), não deixe essa tradição continuar. Seja um pai ou mãe melhor. Desenvolva paciência e expresse amor. Se você falhar, corrija o problema e bola para frente.

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  • Traduzido e adaptado por Erika Strassburger do original Science reveals what happens to your child when you yell (and it'll change how you raise your kids)

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David Snell is full of himself but hides it really well. He studies journalism at Brigham Young University and spends whatever free time he has sleeping, thinking up doomed kickstarter ideas and being Batman. Contact him at

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