Ela fez sua filha de 3 anos dormir, mas as batidas e gritos desesperados de seu vizinho fazem com que ela abra a porta para encontrar sua filhinha quase sem vida

Ela a fez dormir e desceu para o primeiro andar da casa para estudar sem imaginar o que estava acontecendo com sua filha na mesma casa.

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  • Amber Boone, uma mãe de Idaho, colocou sua filha Aubrey, de 3 anos, para dormir, como de costume, tranquila em sua casa. Este era um lugar seguro para sua filha, de acordo com o que foi publicado pelo site Newsner.

  • Infelizmente, nesta ocasião, durante a noite do dia 26 de maio deste ano, os eventos que ocorreram mostraram a essa mãe que ela não tinha percebido algo muito importante em relação à segurança de sua casa.

  • Foi através de um vizinho, que bateu em sua porta desesperadamente nessa noite, que ela ficou sabendo o que havia ocorrido enquanto ela estava estudando no andar de baixo da sua casa após ter feito sua filha dormir em seu quarto no segundo andar.

  • Aubrey caiu da janela e estava gravemente ferida. O vizinho viu a queda, mas estava muito longe para pegá-la. No hospital, os médicos confirmaram que Aubrey tinha uma fratura no crânio, muitos hematomas pelo corpo todo e o baço tinha sido danificado pela queda.

  • A segurança que negligenciamos

  • Aubrey, assim como qualquer criança da sua idade, ama escalar e subir nas coisas, por isso foi fácil conseguir abrir a janela e debruçar-se para investigar melhor, perdendo o equilíbrio natural do corpo, algo normal nessa idade.

  • Aliás, eu estava visitando uma amiga, que tem muitos filhos, e enquanto estávamos na frente da casa, tranquilas aproveitando o ar fresco da noite, vi uma das crianças inclinada na janela do segundo andar da casa com metade do seu corpo para fora!

  • Assim que a mãe também o viu, ela o avisou sobre o perigo e a criança de quase 3 anos obedeceu imediatamente.

  • Nós ficamos conversando sobre o assunto, já que minha amiga tem muitos filhos. Sua casa sempre está muito segura e ela deve seguir os protocolos de segurança da instituição que lhe entrega os pequenos para cuidado temporário, e eu sei que ela os cumpre.

  • No entanto, ela me explicou que recentemente haviam instalado um aparelho de ar condicionado naquela janela, então eles removeram a tela protetora, e que ela jamais pensou que o pequeno fosse capaz de escalar o aparelho.

  • As crianças exploradoras

  • Assim que as crianças aprendem a andar, depois de 1 ano de idade (algumas antes), levam um tempo para aperfeiçoarem essa nova habilidade, o que leva entre um ano ou mais ou, às vezes, dois, no qual, gradualmente, vão adicionando movimentos novos e melhores como uma maior firmeza ao andar; habilidade para correr, usar escadas, escalar, chutar uma bola, ou dar pequenos pulos com os dois pés juntos, habilidades que ao chegar aos 2-3 anos as transformarão em verdadeiras exploradoras.

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  • Se adicionarmos a essa destreza a capacidade de independência em relação aos pais, devido à possibilidade de movimentar-se sozinhos, novas técnicas de manipulação de objetos e a capacidade de aprender através da tentativa e erro, a ideia de "criança pequena" muda radicalmente. Esta criança agora irá precisar de uma fortaleza em casa, cheia de olhos vigilantes prontos para ajudar e protegê-los de qualquer acidente.

  • Não é à toa que esta etapa é de "acidentes caseiros", e como pais é muito comum cobrir tomadas, colocar barras nas escadas, nunca deixar objetos perto da borda das mesas, travas nas gavetas, etc.

  • São comportamentos muito conhecidos e praticados, mas, aparentemente, estes pequenos sempre encontram o que nós esquecemos de deixar mais seguro, ou aproveitam um descuido, e por isso esses "acidentes" ocorrem; portanto, meu objetivo aqui é tentar diminuir a possibilidade, já que acidentes caseiros, infelizmente, sempre ocorrerão, e a razão para isso é a seguinte.

  • A ideia de perigo em bebês

  • Assim como na área motora há um desenvolvimento evolutivo, o mesmo ocorre na área cognitiva, do pensamento e das noções.

  • A ideia de perigo também é um conceito que a criança tem em desenvolvimento, tem sua própria evolução e isto justifica os motivos pelos quais os pequenos exploradores costumam ter acidentes.

  • A primeira ideia de perigo que, como pais, apresentamos às crianças é o famoso "NÃO", de acordo com a escala Haizea-LLevant.

  • Um gráfico baseado em amostras psicométricas, obtido através do teste de muitos bebês, estabelece o que uma criança pode ou não fazer em uma determinada idade.

  • Esse mesmo gráfico determina que um bebê, entre os 8 e 15 meses, desenvolve um entendimento da palavra "NÃO" ou proibição. Mas isso não significa que ele entenda o porquê deste conceito. Ou seja, ele entende que não deve tocar algo, ou abrir uma porta, ou brincar com facas, mas ele não tem noção do que vem depois disso. Quando ele chega nos 4-5 anos é que entende o porquê.

  • Diminuir as possibilidades de acidentes

  • Tendo em mente o que foi explicado, e voltando ao conceito do "NÃO", é aqui onde os pais podem fazer a diferença e prevenir acidentes.

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  • Sabendo que para que estas crianças entenda o conceito do "NÃO" requer um tempo cronológico evolutivo, será necessário a paciência, tempo e intervenção assertiva. Quantas vezes ouvimos os pais dizerem "eu disse que não e você vai e faz de novo?", acho que agora faz sentido.

  • Como profissional em Psicopedagogia, aprendi algumas técnicas práticas que poderão ajudar a realizar uma intervenção mais assertiva e não tão punitiva:

    • Contato visual: ao conversar com a criança, é recomendado agachar-se e ficar da altura da criança, fazer contato visual, é uma técnica de atenção para ela.

    • Não gritar: é normal que quando as crianças estão em perigo, a reação natural seja gritar, mas na realidade isso só assusta mais a criança, provocando uma reação contrária à esperada.

    • Coloque/instale tudo o que ajude a prevenir os acidentes: até do que já é conhecido, sempre explore novas ideias que são compartilhadas na internet.

    • Sempre utilize a palavra para avisar: é muito comum bater na mão da criança, este método não causa nenhuma mudança de conduta, respire fundo e simplesmente diga-lhe "NÃO".

    • "Deixe que ele se queime, assim ele vai saber como é", infelizmente muitos de nós fomos educados assim, e talvez tenha funcionado, mas isso não significa que seja correto.

  • Nenhum pai deveria permitir que seu filho se queime ou leve um choque para aprender que ele não deve tocar algo. Em vez disso, ele aprende a ter uma resposta agressiva no futuro quando alguém lhe diz "NÃO".

  • Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original Hizo dormir a su hija de 3 años , pero los golpes y gritos desesperados de su vecino hacen que abra la puerta para encontrarse con su hijita casi sin vida

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