Defina sua vida pelo amor, não pelo medo

Entender os tipos mais comuns de medo que prejudicam os relacionamentos amorosos é importante para detectá-los e livrar-se deles, afinal o amor merece ser vivido.

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  • Assim como afirmou Clarice Lispector: "Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo", muitas pessoas deixam de viver o amor por medo de amar.

  • São muitos os medos que podem surgir diante da expectativa de um amor, pensemos em alguns deles:

  • 1- Medo de ser rejeitado

  • A rejeição tem efeito avassalador na autoestima e muitas pessoas se retraem por sua simples possibilidade. Muita coisa é deixada de lado pelo receio de ouvir uma negativa, de não ser aceito ou ser preterido. A rejeição se acentua quando a pessoa acredita, mesmo que inconsciente, que o problema está nela, que detém a culpa por não merecer amor. Ela se define como uma pessoa desprezível e descartável, uma pessoa que nutre conceitos assim não pode acreditar que alguém possa ter qualquer bom sentimento em relação a ela.

  • 2- Medo de se envolver

  • Não há dúvida que entregar-se a um amor causa insegurança, mas a pessoa que não enfrenta essa sensação inicial acaba perpetuando-a. Assim, com receio da possibilidade de que ao gostar de alguém possa perder o controle e o equilíbrio de sua rotina, ela prefere recuar. O resultado é que a pessoa não vive o seu sentimento, pois o medo desse envolvimento a paralisa e, comumente, acaba por minar qualquer possibilidade de viver um sentimento mais profundo.

  • 3- Medo de não satisfazer

  • A pessoa insegura tem grande dificuldade em se sentir capaz de agradar outra, pois não enxerga em si nenhum tipo de atrativo. Quando vive uma relação se mostra extremamente servil e, na tentativa de agradar faz exatamente o contrário.

  • 4- Medo de perder

  • O medo de perder a pessoa amada é, muitas vezes, tão latente que a pessoa entra num processo neurótico também conhecido por amor pegajoso, caracterizado pela falta de amadurecimento e insegurança. A falsa crença da posse do ser amado causa um temor profundo de que não conseguirá viver sem ele.

  • Para uma pessoa insegura todos esses medos e outros mais se somam e ampliam o pavor, tanto é que algumas pessoas têm verdadeira fobia de amar.

  • Origem do medo de amar

  • O medo de amar pode ter origem na infância quando se há experimentado a dor da ausência dos pais, do abandono ou mesmo de ter sido comparado de forma depreciativa com outra criança. Também pode originar-se na vida adulta como resultado de humilhações, relacionamentos desfeitos, rupturas dolorosas ou qualquer tipo de perda afetiva significativa.

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  • O amor como escolha

  • Relacionamentos amorosos representam um dos maiores desafios dos seres humanos, para vivê-los não existe regra ou manual. O importante é enfrentar a cada dia os acontecimentos com coragem e determinação. Medo jamais será um problema, contanto que a pessoa não se entregue a ele. É fundamental trabalhar as inseguranças, o ciúme e elevar a autoestima e, não conseguindo, buscar auxílio.

  • É preciso apostar na força do amor, confiar em si mesmo e ter em mente que as pessoas não se pertencem e, até por isso, é mágico quando desejam estar juntas.

  • E já que o amor comumente vem cercado de medos, procure livrar-se dos últimos e escolha viver o amor da forma mais profunda que conseguir, pois amar sempre valerá a pena!

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Mediadora de Conflitos, educadora com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas, apresentadora do programa Deixa Disso com dicas de relacionamentos. Dois livros publicados: “Uma fênix em Praga” e “Mediando Conflitos no Relacionamento a Dois”.

Website: https://www.youtube.com/user/SuelyBuriasco

Defina sua vida pelo amor, não pelo medo

Entender os tipos mais comuns de medo que prejudicam os relacionamentos amorosos é importante para detectá-los e livrar-se deles, afinal o amor merece ser vivido.
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