Como aprender sobre cuidados infantis

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  • Se você tem filhos ou está prestes a ter um, deve saber que não é viável levar a criança a um pronto-socorro a cada dor de cabeça que ela tiver. Cuidados médicos são muitas vezes necessários e não devem ser tratados com descaso, mas cuidados mais simples – como a higiene, um curativo ou os primeiros socorros – devem ser oferecidos por quem estiver mais próximo da criança (geralmente, os pais). Será que todos estamos preparados para isso?

  • Ajuda da família e de profissionais

  • As primeiras “lições” vêm de familiares, vizinhos ou amigos próximos. Todos têm algo a ensinar sobre como resolviam os problemas de insônia de seus filhos, a irritação causada pelo crescimento dos dentinhos ou por gases, como tratavam dos machucados ou da alimentação de suas crianças. Em meio a tantas dicas (muitas vezes conflitantes), é preciso ter referências confiáveis para não submeter seu filho a uma porção de tratamentos que só funcionam na crendice popular.

  • Em primeiro lugar, tenha um médico de confiança que seja acessível e para quem você possa telefonar quando surgir uma dúvida mais relevante. E veja bem: apenas quando o assunto for compatível; tenha o tato de não procurar o médico cinco vezes por dia com perguntas banais. Certamente para estas bastará a experiência de uma mãe mais experiente que você.

  • É bem possível que você tenha algum amigo ou amiga que trabalhe na área da saúde, como um enfermeiro ou auxiliar de enfermagem. Estes também podem orientá-lo adequadamente em algumas situações, como no preparo de um curativo, socorro de uma queimadura ou cura de assaduras, vacinas e outros temas da área.

  • Alimentação e higiene

  • No que diz respeito à alimentação das crianças, há uma infinidade de informações na mídia sobre alimentos que beneficiam e outros que causam prejuízo à saúde (geralmente por conterem muito açúcar, sódio ou gordura). Há também muitos sites na internet sobre nutrição que você pode usar como referência para a alimentação da família. No caso de um bebê, o médico é que irá orientá-lo(a) para a transição da amamentação aos alimentos sólidos.

  • Quanto à higiene da criança, é preciso bom senso; não seja neurótico(a) nem desleixado(a) para não comprometer a saúde de seu filho. Neste caso, as dicas de outras mães podem ser úteis, sempre considerando que cada criança é diferente da outra. Informe-se, não aja por suposições e cuidado com soluções pouco ortodoxas ensinadas por conhecidos. Seu filho merece que você esteja preparado(a) para dar-lhe os melhores cuidados.

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  • Patrícia Baialuna é professora, mestre e doutoranda em Estudos Literários.

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Patrícia Andrade Baialuna é professora, mestre e doutoranda em Estudos Literários.

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