A arte de ser mulher: priorizando a felicidade do outro e não a nossa

Nós podemos ser agentes da felicidade alheia, basta entender que somos somente uma parte pequena deste quebra-cabeça chamado Vida.

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  • Decidi escrever sobre este tema por me identificar plenamente com ele. Não porque eu seja alguém altruísta (infelizmente) ou por achar que eu não mereça ser feliz. Não é nada disso. Também não pretendo ser feminista, mas corro esse risco já que estou escrevendo sobre minha vivência como mulher e sou um pouco antiquada.

  • Sempre acreditei que as mulheres podem e devem fazer tudo o que os homens também podem fazer, mas existem algumas coisas que nós fazemos melhor e outras nas quais eles têm maior facilidade. Assim, nos complementamos. Os homens são objetivos, resolutos, concisos e tão racionais, que às vezes, parecem não sentir nada. Já as mulheres são um poço de sensibilidade e completamente subjetivas, ficando à mercê de suas flutuações hormonais e de seus sentimentos por vezes irracionais.

  • Mulher: A unificação da família

  • Pensando dessa forma, acredito caber à mulher o papel de unificação da família. Não me entendam mal, leitora e leitor. Mas é uma experiência que tive e continuo a ter todos os dias no trato com minha família. Quando me sinto cansada, nervosa e irritada, mesmo que não diga uma palavra, meu marido, filhos e até os cachorros ficam excitados, irritadiços e ligeiramente agressivos. Porém, nos dias em que estou calma e mais paciente, tudo corre na mais pura harmonia em minha casa.

  • Assim, mesmo que afirmemos que os tempos mudaram, a mulher ainda é o pilar da família e sempre será. Se ela fica doente, todos ao seu lado “adoecem”; se fica triste, todos entristecem; e se fica alegre, a tranquilidade reina. Depois que casamos e nos tornamos mães, não há como preferir nossa felicidade em detrimento da deles. Seria um paradoxo, pois só estamos bem quando nossos filhos e marido estão alegres.

  • A felicidade do outro é a base da nossa felicidade e tranquilidade

  • Este é um exercício diário e eterno: escolher a felicidade alheia em vez da nossa. Com o cônjuge e os filhos, creio ser mais fácil. Não estou dizendo que devemos abdicar de nossos sonhos, que devemos nos dedicar 100% do tempo à nossa família. Basta que tenhamos a certeza de que eles são o mais importante e são sempre nossa única prioridade.

  • Porém, pensar assim com relação a pessoas com as quais convivemos e que muitas vezes, por um motivo ou outro, não nos tratam como gostaríamos, é bem mais difícil. Mas, se pensarmos que a felicidade do outro será a solução para o fim desses comportamentos, lutaremos para que ele a conquiste, e assim nos tornaremos pessoas melhores, mais calmas e mais felizes.

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  • Outro modo de priorizarmos a felicidade de outra pessoa é nos conscientizando de que somos indivíduos que vivem em sociedade e precisam uns dos outros. A partir do momento que entendemos que uma pessoa não é capaz de existir por si só, estaremos colocando os outros em uma posição mais importante que a nossa. Mais uma vez digo que não acho que devamos baixar a cabeça aos desejos dos outros e abdicar daquilo que queremos conquistar em prol de ninguém, pois nos transformaremos em pessoas amargas. Afirmo apenas que deixar o egocentrismo de lado torna a vida mais fácil.

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Fernanda Trida é jornalista, médica veterinária, dona de casa, esposa, mãe de Marcela, com três anos, e de João, com um ano de idade.

A arte de ser mulher: priorizando a felicidade do outro e não a nossa

Nós podemos ser agentes da felicidade alheia, basta entender que somos somente uma parte pequena deste quebra-cabeça chamado Vida.
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