Deixando de lado o preconceito e aceitando o outro como ele é

Aceitar as diferenças é ensinar aos outros que o mundo pode ser um lugar melhor. Comece agora e colha os frutos.

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  • De acordo com nosso saudoso Aurélio Buarque de Holanda, preconceito é um conceito ou opinião formado antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; um julgamento ou opinião formada sem se levar em conta o fato que o conteste; suspeita, intolerância, ódio irracional ou aversão a outras raças, credos, religiões etc.

  • A história cria o preconceito

  • Ah! Como a história nos ensina a tentar viver sem conceituar previamente o outro... os campos de concentração nazistas, o apartheid na África do Sul, as prisões siberianas, a escravidão mundo afora, o tratamento que a corte portuguesa nos deu quando chegou ao Brasil. Esses são somente alguns exemplos sólidos de como não devemos agir com o outro.

  • Progredir em vez de perpetuar

  • Mas será que aprendemos alguma coisa com esses eventos? Será que apenas nos lamentamos pela falta de discernimento dos nossos ancestrais? Ou será que nossos atos não estão perpetuando o preconceito? Quantas e quantas vezes não nos deixamos levar por uma ideia preconcebida no julgamento do outro? Será mesmo justo julgar alguém baseando-nos somente em como vemos essa pessoa?

  • São tantas as questões que esse tema levanta que poderíamos discorrer sobre ele por páginas e mais páginas. E ao final da discussão, diríamos que somos isentos de quaisquer preconceitos, que somos seres superiores, capazes de olhar para os outros com ternura e compaixão. Mas, se dizer superior não é uma forma de preconceito?

  • Empatia e aceitação

  • Aceitar o outro como ele é pode ser tão difícil quanto se livrar das amarras de milênios de história, de séculos de vida em sociedade, que muitas vezes se mostrou preconceituosa para conosco e para com os outros. Hoje, por exemplo, temos o bullying, que na minha época nada mais era do que os coleguinhas de escola que não aceitavam as diferenças. Crescer sofrendo discriminação pode influenciar a vida de alguém de várias formas, geralmente negativas. Porém, crescer sendo o agente desta discriminação também acarretará em consequências negativas.

  • Aplicando a regra de ouro

  • Portanto, antes de julgar o outro deveríamos entender que, do mesmo modo que cada um tem uma cor de cabelo, uma estatura e peso diferentes, tem também um arcabouço de ideais e verdades que são suas e suas. Estar aberto a enxergar a realidade do outro e partilhar suas verdades, mesmo que saibamos que elas não nos servem tais como são, é ensinar o outro, seja um filho, um amigo ou um cônjuge, a ter mais tolerância com o outro e consigo mesmo.

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  • O resultado é uma pessoa mais feliz, mais aberta a realidades alheias e capaz de criar um futuro cheio de paz. Afinal, não é isso o que todos nós queremos para nossos filhos? Evitar o preconceito é uma luta diária, pois, às vezes, nem nos damos conta de sua existência dentro de nós. Mudar o modo como pensamos é um exercício que eleva nossa alma. Mude-se a si mesmo. Melhore-se para entender que a hora do outro fazê-lo também vai chegar.

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Fernanda Trida é jornalista, médica veterinária, dona de casa, esposa, mãe de Marcela, com três anos, e de João, com um ano de idade.

Deixando de lado o preconceito e aceitando o outro como ele é

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