Ajudando o cônjuge a entender que o divórcio não é a melhor decisão

A convivência familiar sadia e harmoniosa encontra-se como uma das maiores realizações pessoais, porém, algumas vezes, os conflitos desgastam o casamento e leva-se a cogitar o divórcio.

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  • Vivemos em dias difíceis onde por diversas vezes somos sobrecarregados por pressões e responsabilidades do dia a dia. Vivemos em dias em que a família humana vem sendo atacada por todos os meios, pelos meios televisivos, pelas músicas que estimulam atos de baixo padrão moral e por atitudes que em vez de aproximar, afastam o vínculo mais importante que existe, o vínculo de amor e união.

  • É comum os casais em algum momento da vida passarem por algumas crises no relacionamento, e talvez um dia cogitar divórcio, mas essa não é a melhor saída. Vamos analisar que atitudes desenvolver para que cônjuge e filhos não sofram, e possam superar juntos as diferenças, aumentando a capacidade de amarem-se mutuamente.

  • Não isolar-se

  • O companheirismo entre marido e mulher é muito importante, estar presentes um na vida do outro é compartilhar das alegrias e dificuldades juntos, isso fortalece o casal.

  • Ser atencioso e carinhoso

  • Trate seu cônjuge bem, seja afetuoso, carinhoso. Quando vê-lo chegar do trabalho em casa ou se encontrarem, tenha atitudes carinhosas, como dar um beijo, um abraço, fazer carinhos no cabelo do outro, isso é bom e desenvolve ainda mais o amor, principalmente em meio às tensões entre o casal.

  • Saber elogiar

  • "Como você está bonita hoje", "Que prato maravilhoso você fez", "Que dia lindo para estarmos juntos", "Você tem feito um ótimo trabalho com nossos filhos", "Você fez isso, que maravilha, bem que eu estava precisando!". Saiba parabenizar, elogiar, uma vez que cobramos tanto um do outro, e algumas vezes achamos que só nós temos razão. O elogiar gera alegria e bem-estar interior, faz com que veja que o cônjuge importa-se com você e reconhece seus esforços.

  • Não alimentar a discórdia

  • Em momentos de atritos e conflitos, rapidamente conversas casuais podem tornar-se mais sérias. É bom saber ouvir, sem gritar, ou usar de palavras que magoem e maltratem o outro. É possível conversar com tranquilidade sobre as situações mais difíceis, mantendo o equilíbrio na relação sem ofender ninguém. E controle sua raiva, sem despejar em ninguém.

  • Casamento não é competição

  • Não é preciso falar com egoísmo e intuito de menosprezar o outro pelas conquistas individuais obtidas, lembre-se que se uniram para completar e não causar desconforto ou humilhação por talvez não possuírem dos mesmos dons e reconhecimentos profissionais.

  • Não fazer acusações

  • Ninguém precisa ficar apontando os erros de ninguém, nem ficar falando coisas do tipo: "Mas a culpa é sua por isso, por isso e por aquilo". Esse tipo de atitude é capaz de destruir um bom relacionamento, o que acontece é que vai se acumulando no interior de cada um, cada palavra, cada ato de acusação e é provável que uma hora todo o rancor gere uma explosão de sentimentos e raiva.

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  • Sair para comemorar

  • Sair com o cônjuge em comemoração de datas especiais ajuda a reviver partes daqueles momentos felizes e agradáveis juntos. Comemorar aniversário de namoro, noivado, casamento, relembrar as situações onde ocorreram e demonstrar a importância desses momentos que não morreram na memória nem no coração.

  • Saber perdoar e pedir perdão

  • Ninguém é perfeito, erramos ao longo da jornada. Algumas vezes magoamos intencionalmente o outro ou até sem intenção no "calor do momento". E saber pedir perdão e demonstrar perdão já salvou e salva muitos casamentos.

  • Dar o primeiro passo e mudar

  • É preciso que alguém dê o primeiro passo, deixe o orgulho de lado e ofereça mudanças positivas para que o relacionamento cresça e supere as diferenças.

  • Saber ouvir

  • Ouça, fale menos, aponte menos, e escute o que seu parceiro de vida, tem a dizer. Colha tudo o que for dito e use para mudar e fazer o melhor.

  • Não ver como fardo

  • Essa concepção de que o cônjuge ou os filhos são um fardo, caso exista, deve ser mudado imediatamente. A partir do momento que você optar em vê-los como bênção, perceberá que de fato o são.

  • Mudar algumas atitudes

  • É possível mudar atitudes em favor da família. Na verdade primeiro é preciso uma autorreflexão sobre onde estão suas prioridades iniciais. Família, trabalho, amigos? A família deve sempre vir em primeiro lugar, e mudar hábitos algumas vezes é necessário para que isso aconteça.

  • Algumas atitudes podem ser desenvolvidas com mais facilidade do que outras, mas o importante é não desistir, é lutar pela boa convivência, é demonstrar amor e carinho, e fazer tudo ao alcance para o melhor da família.

  • Demonstrar com palavras

  • Nada melhor que demonstrar através de palavras carinhosas, delicadas e românticas a importância que seu cônjuge tem em sua vida. Falar que a família é o que mais importa, demonstrar que quer resgatar esse amor e possibilitar mais alegria a todos.

  • Porque vale a pena fazer um esforço e mudar para ser mais feliz e também fazer o outro mais feliz.

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Graduada em RH, acredito que nossa vida têm verdadeiro propósito, sou SUD, sei que toda dor e aflição é uma fonte de virtude e força espiritual, que nos molda e purifica.

Website: http://fernandaferrazmeuspassospelocaminho.blogspot.com.br

Ajudando o cônjuge a entender que o divórcio não é a melhor decisão

A convivência familiar sadia e harmoniosa encontra-se como uma das maiores realizações pessoais, porém, algumas vezes, os conflitos desgastam o casamento e leva-se a cogitar o divórcio.
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