Como sermos menos omissos às necessidades do próximo

Que possamos nos livrar da preguiça, do egoísmo e do descaso para com nosso semelhante. Muito precisa ser feito e Deus precisa urgentemente de voluntários.

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  • Esse assunto é um tanto quanto delicado. Temos a tendência natural de pensarmos mais em nós mesmos do que em qualquer outra pessoa. Muitas vezes estamos no conforto do nosso lar ou numa situação confortável e não desejamos ser interrompidos por nada nesse mundo. Somente pensar que alguém possa estar precisando de nós pode nos incomodar. Sair de uma posição confortável pode ser um grande sacrifício. Então preferimos não pensar no assunto.

  • Mas não viemos à Terra a passeio. Um dos meus hinos sacros prediletos, escrito por Will L. Thompson (1847 – 1909), diz:

  • Neste mundo, acaso, fiz hoje eu

  • A alguém um favor ou bem?

  • Se ainda não fiz ser alguém mais feliz,

  • Falhei ante os céus, também!

  • Temos uma missão nesta terra. E fazer algo pelo próximo está incutido nessa missão. Podemos fazer uma diferença enorme neste mundo. Fazer isso requer que abramos mão de nós mesmos e deixemos a indiferença e a preguiça de lado. Não precisamos ser uma Madre Tereza de Calcutá, mas o pouco que fazemos pode significar muito na vida de cada pessoa que ajudamos.

  • Veja como transformar a tendência egoísta de não querer ser incomodado pelos problemas alheios, numa disposição constante de servir o outro:

  • 1. Assuma um compromisso pessoal de mudar

  • Trace uma meta pessoal de se tornar uma pessoa atenta e disposta a fazer o bem.

  • 2. Peça ajuda a Deus para vencer o desânimo, o descaso e a preguiça

  • Se você se sente desmotivado, não tem costume de pensar nos outros, ou tem preguiça para fazer algo em favor de outra pessoa, peça ao Senhor ajuda para sobrepujar essa tendência. Ore pedindo força e ânimo. O Senhor vai ajudá-lo, tenha certeza disso.

  • 3. Esteja atento

  • Se você observar à sua volta, encontrará várias oportunidades diárias para servir. Concentre-se nas pessoas que convivem com você, seja no trabalho, na vizinhança, na igreja e, principalmente, na família; e não feche os olhos para os estranhos.

  • 4. Aja

  • Depois de identificar alguém que esteja precisando de você, vá lá e faça. Há vários tipos de coisas que podemos fazer pelos outros:

    • Consolar ou apoiar alguém que está passando por um momento difícil.

    • Visitar uma pessoa solitária ou doente.

    • Ajudar num serviço braçal.

    • Compartilhar nossos bens: roupas, alimento, etc.

    • Compartilhar nossos tesouros da eternidade – o conhecimento do Evangelho.

    • Emprestar algo que alguém esteja precisando.

    • Dar uma carona em um dia de chuva ou de sol escaldante.

    • Oferecer-se para levar o filho da vizinha à escola.

    • Ajudar um colega de trabalho com uma tarefa.

    • Ajudar um colega de aula a compreender uma matéria.

    • Ser amigo de alguém que é excluído pelos demais.

    • Ajudar a carregar sacolas.

    • Ajudar um estranho a trocar o pneu do carro.

    • Recolher as roupas do varal de alguém antes que chova.

    • Levantar no meio da noite para acalmar o bebê que está chorando, em lugar da mãe ou esposa.

    • Prestar socorro num acidente em que não está envolvido.

    • Fazer companhia a um idoso.

    • Cuidar do(s) filho(s) de uma amiga, quanto esta tiver que fazer algo importante.

    • Fazer o almoço para a esposa que está cansada.

    • Arrumar a casa de uma amiga adoentada.

    • Lavar a louça para a mãe.

    • Envolver-se ativamente em projetos de serviço e ajudas humanitárias.

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  • Enfim, a lista é longa. São gestos simples que aliviam o fardo dos que estão cansados, doentes e oprimidos.

  • Thomas S. Monson disse: “Estamos cercados por pessoas que necessitam de nossa atenção, de nosso incentivo, de nosso apoio, de nosso consolo e de nossa bondade. (…) Somos as mãos do Senhor aqui na Terra, com o encargo de servir e edificar Seus filhos. Ele precisa de cada um de nós”.

  • Uma das maiores recompensas que recebemos por servir de instrumento nas mãos de Deus para abençoar as pessoas, é o amor. Sim, aprendemos a amar aqueles que servimos. Então, se você não simpatiza com alguma pessoa, faça algo por ela. Em pouco tempo você verá o resultado.

  • Para finalizar, gostaria que você pensasse numa ocasião em que recebeu uma ajuda, muito necessária, de alguém. Pense como teria sido se você não tivesse com quem contar naquele instante. Agora, pense em um momento difícil que você precisava muito de uma ajuda, mas ninguém apareceu. As pessoas passavam por você, olhavam, mas nada faziam. “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós”. Mateus 7:12.

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Erika Strassburger mora no Rio Grande do Sul, tem bacharelado em Administração de Empresas, escreve e traduz artigos para o site Família, é cristã SUD, pintora amadora de telas a óleo e mãe de três lindos guris, o mais velho com Síndrome de Down.

Website: http://erikastrassburger.blogspot.com.br/

Como sermos menos omissos às necessidades do próximo

Que possamos nos livrar da preguiça, do egoísmo e do descaso para com nosso semelhante. Muito precisa ser feito e Deus precisa urgentemente de voluntários.
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