Como detectar um transtorno alimentar

Aqueles que têm distúrbios alimentares estão sofrendo física e emocionalmente.

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  • De acordo com o Renfrew Center, um dos líderes no tratamento de transtorno alimentar, 24 milhões de pessoas nos Estados Unidos e 70 milhões em todo o mundo, de todas as idades e sexos, sofrem de transtornos alimentares. Os tipos mais comuns de transtornos alimentares são:

  • Anorexia nervosa -

  • Caracterizada por emagrecimento, busca persistente da magreza corporal, visão distorcida de si, um medo intenso de ganhar peso e comportamento alimentar anormal. As pessoas com anorexia pensam que estão acima do peso, embora estejam abaixo da faixa normal. Tornam-se obcecadas por alimentos e controle de peso.

  • Bulimia nervosa

    • Caracterizada por episódios regulares de ingestão anormal de grandes quantidades de alimentos (compulsão alimentar). Aqueles que sofrem de bulimia muitas vezes se sentem impotentes diante da comida. Esta compulsão é então compensada por um tipo de comportamento, que aqueles que sofrem do distúrbio, acreditam que irá compensar - ou seja, tentam "purgar" o excesso através da provocação do vômito, exercícios excessivos, jejum ou a utilização de laxantes e/ou diuréticos. Ao contrário daqueles que sofrem de anorexia nervosa, pessoas que sofrem de bulimia podem estar dentro de uma faixa normal de peso. Bulímicos são profundamente insatisfeitos com seus corpos e formas, têm medo de ganhar peso e buscam todos os meios para emagrecer.
  • Transtornos Alimentares Não Especificados (TANE)

  • É um diagnóstico primário para aqueles que sofrem transtornos alimentares desordenados, sentimentos e comportamentos típicos, mas que não atendem a todos os critérios específicos para a anorexia nervosa ou bulimia. Transtornos de compulsão alimentar são categorizados de acordo com a sigla TANE.

  • Compulsão Alimentar

    • É caracterizada por episódios regulares de comer sem controle. Como na bulimia, as pessoas com transtorno de compulsão alimentar sentem-se incapazes de conter o impulso de comer. Mas ao contrário da bulimia, o compulsivo não sente a necessidade de se livrar do alimento (purgar). Consequentemente, aqueles que sofrem o transtorno de compulsão alimentar muitas vezes estão acima do peso ou obesos. São pessoas que sofrem com culpa, vergonha e/ou angústia sobre sua compulsão, esses sentimentos muitas vezes podem desencadear mais episódios de compulsão.
  • É um fato conhecido que, por vezes, esses transtornos alimentares podem ser fatais se não forem percebidos e tratados em tempo. No entanto, com a detecção do problema, seguido de cuidados e tratamento completo por profissionais, aqueles que sofrem de transtornos alimentares podem se recuperar. Existem sinais de alerta, embora alguns sejam sutis e difíceis de detectar, que se observados podem ajudá-lo a determinar se alguém que você conhece sofre ou não de um distúrbio alimentar. Alguns sinais incluem o seguinte:

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    • Mudanças dramáticas de peso, tanto para mais quanto para menos.

    • Distorção da imagem corporal.

    • Desculpas para evitar as refeições ou para sair da mesa logo após uma refeição, muitas vezes para usar o banheiro.

    • Preocupação com a comida, com a contagem de calorias, nutrição, ou preparo.

    • Estranhos comportamentos alimentares - muita exigência com o que vai comer, deixar alimentos na borda do prato, esconder comida, cortar os alimentos em pedaços muito pequenos.

    • Comportamentos estranhos no banheiro - ouvir música no banheiro ou água correndo ininterruptamente são muitas vezes meios utilizados para encobrir o som de vômito.

    • Para as mulheres, pausas na menstruação ou períodos irregulares.

    • Depressão, comportamento antissocial e irritação.

    • Exercitar compulsivamente.

    • Acumular ou ocultar certos alimentos. Uso de roupas largas para esconder a magreza.

    • Fadiga incomum.

    • Sentir frio continuamente.

  • Aqueles que têm distúrbios alimentares estão sofrendo tanto física como emocionalmente. Se você suspeitar que alguém que você conhece tem um transtorno alimentar, o melhor a fazer é abordar a pessoa com tato e preocupação, proporcionando-lhe o apoio de que necessita.

  • Para mais informações sobre os transtornos alimentares veja a ABP Comunidade. Para ajudar, ideias no site Distúrbios Alimentares.

  • Traduzido e adaptado por Stael Pedrosa Metzger do original How to detect an eating disorder, de LeAnn Mills.

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Nativa do estado de Washington, LeAnn Udy Mills mora atualmente em Harrisville, Utah. É mãe de dois filhos e é graduada pela Utah State University em Educação elementar.

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