Smartphones: Você é viciado?

Dicas de descobrir se alguém é viciado em smatphones e como se livrar deste vício.

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  • Pense em todas as coisas que você faz no seu smartphone em um dia: falando, enviando e-mail, escrevendo mensagens de texto, lendo notícias, assistindo shows, Tweeting, verificando Facebook, Pinterest, olhando os últimos resultados esportivos, e assim por diante. A maioria das pessoas passa no mínimo cinco horas por dia em seu dispositivo portátil. O uso excessivo do smartphone, por mais de oito horas por dia, muitas vezes é justificado com a desculpa de estar ligado e próximo a você. Mas se você diz repetidamente "Espere um segundo, eu tenho que verificar isso" (ou algo parecido) durante uma conversa, você pode ser um viciado em smartphone.

  • Você está percebendo os seguintes sintomas em si mesmo ou em alguém que você ama?

  • Aumento de tempo gasto em atividades de computador e internet.

  • Tentativas fracassadas de controlar o comportamento.

  • Aumento da sensação de euforia quando envolvidas em atividades de computador e internet.

  • Passa muito tempo fissurado no computador e na internet.

  • Negligencia amigos e familiares.

  • Sente-se inquieto quando não está envolvido em atividades on-line.

  • Não é totalmente honesto com os outros.

  • A utilização do computador interfere no desempenho do trabalho e dos estudos.

  • Sente-se culpado, envergonhado, ansioso ou deprimido, como resultado do comportamento online.

  • Alterações nos padrões do sono.

  • Mudanças físicas, tais como o ganho ou perda de peso, dores nas costas, dores de cabeça ou síndrome do túnel do carpo.

  • Evita outras atividades prazerosas.

  • Se o sim foi a resposta de três ou mais dessas perguntas, os hábitos de uso de smartphones podem ser considerados excessivos. Respondendo sim a cinco ou mais questões pode ser vício.

  • O vício é o estado de estar escravizado a um hábito ou prática que é psicologicamente ou fisicamente formado e pode ser reconhecido quando o comportamento começa a causar prejuízo à vida cotidiana. Viciados, muitas vezes, sentem que podem e devem ser capazes de parar, mas os vícios residem no cérebro. Pesquise sobre "O Vício e o Cérebro" para aprender como o vício funciona.

  • Tyler Smith - diretor executivo da Liberty Springs, um programa de recuperação para viciados residenciais especializado em adolescentes com vícios ligados à internet - diz que um viciado em smartphones, muitas vezes, organiza a sua vida em função do comportamento. Isso é feito através de atividades pré-planejadas com o intuito de conseguir tempo para a utilização de smartphones ou continuação das atividades diárias normais, mas com um nível de qualidade muito mais baixo.

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  • Você não pode determinar se uma pessoa tem um vício apenas por falar com ela. Reconhecer um vício é admitir que alguém não está no controle, mas está sendo controlado, e as pessoas resistem a esse tipo de reconhecimento. Viciados podem se sentir ameaçados (resultando em negação), ressentidos e desconfiados. Smith recomenda que se fale com os adolescentes em espírito de amor. Envolver uma terceira pessoa, como um terapeuta também pode ser útil, pois cria um ambiente neutro e seguro, onde a família pode discutir livremente.

  • O uso exagerado dos smartphones é muito comum, no momento em que o vício é reconhecido, já pode ser tarde demais para um tratamento ambulatorial eficaz. No entanto, uma avaliação adequada ajudará a determinar se o tratamento ambulatorial pode ser uma opção viável. reSTART (Programa de Recuperação para Viciados na Internet) é um pioneiro no tratamento da dependência de internet para adultos. Muitos outros programas e centros de tratamentos estão adicionando tratamento de vício de internet nos seus serviços por causa da crescente demanda. Smith afirma que o objetivo final de qualquer programa de tratamento é superar o vício, incentivar o uso saudável e produtivo da tecnologia como uma boa ferramenta, redefinir o cérebro, reconstruir as relações familiares danificadas e reacender um entusiasmo para a vida real.

  • "Quando você podia parar, você não quis, e quando você quiser parar, você não poderá..." (Lucas Davies, "Candy").

  • Traduzido e adaptado por

  • em,Jaguaraci N. Santos
  • _do original

  • , de_

  • Jen Savage.

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Jen Savage trabalha com planejamento de eventos e é a chefe de seu lar.

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